O invisível também precisa de cuidado.
Somos constituídos, no mínimo, por dois corpos: o corpo físico e o corpo da alma.
O que vemos.
O corpo físico se alimenta, responde aos estímulos do mundo material e exige cuidados objetivos. Sabemos, em grande parte, o que o fortalece e o que o prejudica.
O que sentimos.
No corpo da alma habitam os sentimentos, as vontades, os desejos e os sonhos. Embora invisível, ele também necessita de alimento.
Qual é o alimento da alma?
A resposta não é única. Depende daquilo que cada indivíduo reconhece como verdade em sua própria caminhada.
Não é religião.
É espiritualidade.
Ainda que eu reconheça o valor histórico e cultural das religiões, observo que muitas delas se estruturam em dogmas e interpretações que revelam mais a construção humana do que a essência espiritual.
Quando se observa a figura de Jesus Cristo, não se identifica condenação aos marginalizados. Há acolhimento, perdão e compreensão. Isso evidencia a diferença entre espiritualidade e institucionalização da fé.
Uma inteligência que orienta e sustenta.
Falo de energia, consciência e práticas que promovem equilíbrio, como a cromoterapia e outras formas de cuidado energético.
Para mim, existe uma força superior que tudo rege. Pode ser compreendida como Deus, Jesus Cristo, Maria, José, os anjos ou arquétipos de proteção. Independentemente do nome, trata-se de uma inteligência que orienta e sustenta.
Somos energia.
Quando estamos desorganizados internamente, tendemos a atrair experiências negativas. Quando há equilíbrio, clareza e direcionamento, a qualidade daquilo que vivemos também se eleva.
A proposta do Sopro do Infinito é conduzir você para fora do padrão da negatividade e construir condições internas para avançar com consciência.
Consciência que se transforma em direção.
Um indivíduo que domina seus sentimentos trabalha melhor, posiciona-se com mais firmeza e constrói relações mais saudáveis. Torna-se mais presente em sua família e mais coerente em suas escolhas.
Esse domínio emocional se reflete na prosperidade, na qualidade das relações e no senso de realização. A isso damos o nome de inteligência emocional.
Quem desenvolve essa habilidade adquire disciplina, coerência e discernimento. Aprende a separar o pessoal do profissional e reduz desgastes desnecessários.
“Espiritualidade não é fuga da realidade. É estrutura para viver melhor, com consciência, direção e resultado.”